Vida Escrita



me dou um lápis e um papel, ponho-me a sonhar
sou então, senhor de mim, quando começo a pensar
sou viajante, itinerante,
sem sair do papel, voo no mundo e por um segundo não sou mais tinta
sou a realidade nua, mas não crua,
imaginária cozida na alma, com o sabor de quem come todo dia,
a sua própria poesia,
ao se entregar as palavras.

(Ana Laurentino)

"poesia é som que surdo inventa"
sérgio lima silva

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