Infame Mente

Começando pelo fim, que se contorce entre palavras. Estamos no mundo, nosso, do qual a posse não detemos. A percepção humana então se dissipa entre egos inflados e capacidades subjugadas. Sem as mensuras exatas de limites e do bom senso, tem-se paciências testadas exaustivamentes, sem precedentes, sem um porquê. Por todos os lados, pessoas que extravasam o seus "quadrados", com suas línguas debeis e uma porção de pensamentos anexados de outras mentes, raramente criativas, raramente construtivas. A minha mente que não cessa, não deseja o meio termo, muito menos o fracasso e o título de vazia. Minha mente procria. Informações se chocam. As vezes você pode fazer tudo por si mesmo. O ruim é depender do que não é nosso, do nosso mundo. A minha mente se inflama, o desejo da mudança não cabe em si, não cabe no mundo, nem em mim. Para minha mente pobre é o fim. Pobre mente minha, perece, padece..

Dor de Amor

Não há dor de pulsos cortados,
não há amor de pulsos cortados.
A beleza da vida se esvai, agarradas ao amor e a dor.
Se a beleza não fosse maior que a dor, que vem junto com o amor,
talvez de pulsos cortados eu estivesse agora.
Mas a vida não me permite, o corte que estagna a dor, cessa também o amor.
Não, isso não me convém.
Ana Laurentino. Tecnologia do Blogger.