Voo Involuntário

E eu que me dizia livre do mal que é gostar de alguém, mas numa das curvas bati. Bati em você e a minha cabeça, mudei de ideia quase que instantaneamente. Foi confuso e intrigante. Quase não me reconheci, era um sentimento novo em mim. O desejo de amar e me entregar se opondo com a minha mente sempre tão racional e metódica. Dei asas ao meu amor, ao meu ardor mais profundo. Se a dor vier me visitar a receberei com uma boa anfitriã mas a direi que a minha pensão está arrendada para o amor e que ela já não é bem vinda. O meu amor pôs suas asas de fora. Sem mais rodeios; perdi a pose e o controle.

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Ana Laurentino. Tecnologia do Blogger.