Vida Imaginária




Quero uma âncora que me fixe, que me assegure do que sou, sem devaneios, sem mistérios. Chega de voos, desprendo-me de desejos ébrios e incontenções amorosas. Estou em busca de memórias eternas, capazes de me alçancar no tempo presente e num futuro decadente deste corpo que morrerá.

(Ana Laurentino)

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