Marias, mulheres, mães



Marias, mulheres, Joanas
todas mães em sua essência
zelar por suas crias já não é como no passado

Mãe ! Oh mãe !
Nos sonhos o filho domava a besta mundo
mas ilusão, a besta o devorou
A mãe em pranto e descontente
vê não vingar a semente que em seu ventre brotou

Ah; foram noites angustiantes, a agonia da espera
- Deus olha meu filho ! pede em sua súplica solitária
na falta do amor, só os movéis como companhia
infeliz dor da espera

O vício fez da benção um fardo o filho já não é mais o mesmo
foi tomado por um mundo imaginário, passaporte para outra dimensão.

(Ana Laurentino)

Uma breve explicação: escrevi este poema para um trabalho escolar, onde fizemos um trabalho comunitário em um centro de reabilitação de drogados. Sei que pra quem ler, este vai ser auto explicativo, mas neste trato de uma mãe que muito sofre com um filho viciado. Mas para tudo há uma razão !

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